Eu disse
que ia contar mais sobre a Susi não disse?
Pois bem.
Susi é
daquelas enjoadinhas que não sai de perto da mãe de tão ciumenta. Nunca foi uma
cachorrinha arteira. Exceto no dia em que “bebeu” um litro de óleo de cozinha.
Ela deveria ter cerca de nove ou dez meses de idade. Pati estava fazendo faxina
na cozinha, e como a peça era minúscula, colocou uma grande frigideira cheia de
óleo no chão. Iria colocar o óleo usado em uma garrafa pet para descartar.
Entrementes, Pati desceu com os sacos de lixo e ia até a lixeira. Foi quando
uma vizinha a encontrou e ficaram conversando por não mais do que cinco ou dez
minutos. Chegando em casa, estranhou o fato de a Susi não a receber como geralmente
faz (Um escândalo! Parece que não vê Pati há meses. Pula, late, morde os pés
querendo pegar o sapato...). Logo viu a frigideira completamente vazia. Olhou
pelo chão todo (na esperança de que pudesse ter derramado). Mas não. Estava tudo
limpinho. Dava a impressão de que alguém havia realmente lavado e secado a
frigideira. Pronto! Arte da “dona” Susi. E lá estava ela, com a cara mais
deslavada do mundo! Sacudia aquela cola como se não tivesse feito nada. Saiu da
sala se requebrando toda, indo reto para a cozinha. Acreditam que ela foi atrás
da frigideira? Queria mais a danada!
Não sei
como essa sapeca não passou mal. Não demonstrou sentir o mínimo de enjoo. Pati
passou dois dias controlando Susi, com medo de que tal travessura pudesse fazer
mal a ela.
Agora
moramos em um apartamento maior. Sem chances da “dona” Susi alcançar a frigideira!
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Olhem a cara de "preparada" dela" |
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